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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Tailândia

Além da imagem do rei Bhumibol Adulyadej, que mantém o mais longo reinado do mundo, a imagem de Buda também é onipresente no Reino da Tailândia. Há altares que a ele aludem nas entradas, nos arranha-céus, nos jardins dos parques, nas casas construídas à beira dos rios e mesmo nos aposentos das residências tailandesas.

Cerca de 95% da população é budista, e o país todo tem 32 mil templos dedicados à religião. Destes, 400 ficam na caótica Bangkok e 320 estão em Chiang Mai, a segunda cidade do país, a 700 km da capital. Além do budismo e da paixão pelo rei, outros aspectos tornam tão diferente para os brasileiros esse país asiático. Os tailandeses têm língua e alfabeto próprios, ambos totalmente incompreensíveis para os falantes da língua portuguesa, e vivem atualmente o ano de 2050, número que é grafado em algumas das notas fiscais.

Um hábito que faz parte do cotidiano da população é a massagem. Não faltam casas de massagem em cidades como Bangkok. E não se trata de uma massagem leve qualquer. Pelo contrário. Além das mãos, a massagista usa, por exemplo, os joelhos e as pernas para apalpar e dobrar o corpo do cliente.



Bangkok


A memória da capital da Tailândia que jamais sairá de nossas cabeças provavelmente será da mistura do cheiro de incenso com esgoto. Toda a cidade é apinhada de barraquinhas de vendedores de comida desidratada, comida pronta para o consumo, ingredientes para a culinária, entre outros. As calçadas são lavadas com a mesma água utilizada para a preparação das refeições, o que obviamente nos impressionou.

Nossa primeira refeição em Bangkok



Coca-Cola zero


Buda de Ouro, Buda Reclinado, Buda de Esmeralda... - É tanto Buda e tanto templo que muitas vezes nos confundimos e não lembramos mais onde vimos o quê. Muitos desses lugares sagrados parecem pequenas ilhas de paz na caótica Bangkok, cidade de trânsito complicado e de calçadas apinhadas de habitantes comendo em cumbuquinhas a céu aberto. E, embora se trate de variações sobre o mesmo tema, cada templo tem a sua particularidade, uma beleza que o torna único. Muitos ficam em complexos recheados de pagodes e outras construções admiráveis, principalmente para os olhos dos ocidentais.

Um dos mais impressionantes é o complexo que congrega o Templo do Buda de Esmeralda, o Wat Phra Kaew ("wat" é templo em tailandês), e o Grande Palácio, atualmente usado apenas para determinadas cerimônias reais. O conglomerado encerra cem edifícios, que representam 200 anos de história real. Turistas não podem entrar no palácio, mas já vale caminhar pelo seu jardim. Os telhados coloridos de verde, vermelho e dourado, os pagodes adornados com flores, as pinturas representando as grandes histórias de Buda, todos os detalhes do complexo estimulam infindáveis cliques na máquina fotográfica.

No entanto, a figura de Buda que nomeia o templo não pode ser registrada em imagem. Feito provavelmente de jade ou de jaspe - e não de esmeralda, como diz o nome -, ele tem de 60 cm a 75 cm (apenas), dependendo de como é medido, e muda de roupa três vezes por ano, de acordo com a estação. É considerado um dos mais sagrados entre os budistas. Apareceu pela primeira vez no século 15 em Chiang Mai, depois foi roubado no século seguinte por invasores do Laos, levado para o Vietnã e finalmente retornou para a Tailândia 200 anos depois.

Ao fundo, o Grand Palace


Interior do Grand Palace


Interior do Grand Palace




Interior do Grand Palace



Detalhe do telhado


Ao fundo, outro templo budista











O outro templo que não pode ficar de fora de nenhum roteiro é o do Buda Deitado ou Reclinado (o Wat Pho). Esse é o maior e mais antigo templo de Bangkok. Qualquer ser humano se sente uma formiguinha na frente daquele Buda, deitado, com a mão sustentando a cabeça, como se estivesse descansando no parque. Suas pernas esticadas diferem muito das cruzadas, comuns em várias representações de Buda. Ele é todo folheado a ouro de 24 quilates e tem os pés decorados com madrepérola. São 46 metros de comprimento e 15 metros de altura.




Um pouco mais afastado desses dois, o Templo de Mármore (Wat Benchamabophit) foi construído no fim do século 19 em mármore de Carrara. Moderno, comparado com os outros templos da cidade, o Benchamabophit possui janelas com detalhes em madeira talhada e uma coleção de 53 imagens de Buda de vários estilos.

Com uma arquitetura bem menos sofisticada que a dos outros três, o Templo do Buda de Ouro (Wat Trai Mit) abriga um gigantesco tesouro, estimado em US$ 10 milhões: o maior Buda de ouro sólido do mundo, com 5,5 toneladas de ouro maciço de 18 quilates moldado há mais de 700 anos e três metros de altura. Ele fica numa sala um pouco apertada para a sua grandiosidade e atrai um enxame de turistas todos os dias.




Aproveitamos para assistir a uma luta de Muay Thai.







Floating Market - Duas horas de viagem separam o centro de Bangkok ao Mercado Flutuante Damnoen Saduak. Este mercado é peculiar pelo fato de os vendedores e compradores encontrarem-se lotados em suas pequenas canoas, comprando, vendendo ou trocando seus produtos. Os produtos são principalmente comidas, frutas e vegetais trazidos de suas próprias casas.




Koh Phangan

Pessoas de toda parte do mundo reunem-se na Ilha de Koh Phangan, no Golfo da Tailândia, para celebrar a festa da lua cheia (Full Moon Party). Esta festa tem início no fim do dia, quando os bares da praia começam a pendurar luzes coloridas em seus balcões e colocar músicas para tocar. Há músicas para todos os gostos. A festa é marcada pela diversidade cultural, animação e não tem hora para acabar.







Krabi

Após os dias agitados na Ilha de Koh Phangan, fomos conhecer a cidade de Krabi e arredores, no Mar Andaman. Krabi é notável pelas formações de pedra-sabão que surpreendemente surgem de dentro do mar, formando ilhas. Sua praia mais conhecida, Railay Beach, atrai viajantes de todo o mundo, enquanto que a Ao Nang Beach é a mais desenvolvida.





Krabi também é popular para o mergulho e snorkelling, escaladas nas pedras e trekking pela selva no lombo de elefantes. Esta, aliás, foi uma experiência bem legal que tivemos.






Leonardo di Caprio - Impossível não visitar as vizinhas Phi Phi Islands. Eternizadas pelo filme "A praia", as Ilhas Phi Phi Ley e Phi Phi Don possuem as praias e baías mais lindas da região.


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segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Fechamos o roteiro para a Indochina!

Após intensa pesquisa, conversas com amigos e leituras, resolvemos fazer nossa estréia pelo continente asiático. Devemos confessar que bateu um frio no estômago e uma ligeira insegurança típica de turistas de primeira viagem. Dizem que o desconhecido dá medo. Mas nossa curiosidade, como sempre, falou mais alto.

Em princípio, queríamos dedicar todo o tempo disponível apenas ao Vietnã. Mas o voo para este país implicaria numa conexão em Bangkok, na Tailândia. Daí, decidimos incluir alguns dias na Tailândia e, também, no Camboja, após vermos as impresionantes fotos das ruínas de Angkor Wat. Mas essa explicação será objeto de outro post...

Bom, assim surgiu nossa viagem pela Indochina.

O nome Indochina é atribuído a um conjunto de três países: Vietnã, Laos e Camboja. A Tailândia, Myanmar e a Malásia não são considerados como parte da Indochina, embora ocupem o mesmo subcontinente. Cada um desses países fala uma língua diferente, de troncos linguísticos distantes, tem diferentes crenças e culinárias. São culturas bastante diferenciadas, mas há alguns pontos em comum.
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sábado, 23 de dezembro de 2006

Algumas palavrinhas básicas...

Não podemos deixar de registrar algumas palavras que aprendemos do polinésio!


IAORAMA - bem-vindo
MARURU - obrigado
NANA - tchau
MANUIA - saúde (para brindar)
TIARE - colar de flores típicas da região
NUNU - mosquito
TABU - proibido (daí vem a famosa expressão incorporada ao vocabulário do mundo inteiro)
FARE - é como os locais chamam os bagalos dos hotéis
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domingo, 10 de dezembro de 2006

Polinésia Francesa

Lua-de-mel dos sonhos - Chamada pelos habitantes locais de "Tahiti et ses iles" (Taiti e suas ilhas), a Polinésia fica literalmente longe de tudo e no meio do nada. Ela é formada por cinco arquipélagos: ilhas da Sociedade, Marquesas (onde morreu o pintor Paul Gauguin), Austrais, Mangarevas e Tuamotu. Entre os arquipélagos, o mais famoso e freqüentado é o da Sociedade, onde se encontra a maior ilha da região, o Taiti (porta de entrada de todos os turistas que visitam a região), além das ilhas de Bora Bora e Moorea.

A região é produto de erupções vulcânicas. Elas resultaram em ilhas montanhosas, com vasta vegetação tropical, plantações de ananás e coco, praias de areia muito branca e um mar que apresenta uma infinidade de tons de azul, dependendo da profundidade da água e dos corais no fundo.

São 118 ilhas espalhadas em 2,5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais só 4.000 são de terra firme. Taiti, Moorea, Bora Bora, Huahine, Tikehau, Rangiroa e Manihi, entre outras ilhas, são destinos perfeitos para quem procura paisagens maravilhosas, charme e romantismo. E o paraíso não é tão longe assim. São 11 horas saindo de Santiago, com escala na ilha de Páscoa.

Logo no aeroporto, percebemos a importância das flores para a região. Os nativos nos recebem com um botão da tiare taitiana, uma florzinha branca e cheirosa que eles põem atrás da orelha, confeccionam colares e colocam em nosso pescoço, como um ritual de boas-vindas, “maeva” em taitiano.


PAPEETE



Nosso primeiro contato foi Papeete, a capital. Como todo centro urbano, tem muito movimento. Vivem ali cerca de 100 mil pessoas, dois terços da população total do território. Papeete deve ser encarada só como porta de entrada e saída da Polinésia, uma vez que é lá que pousam os aviões internacionais e aqueles que levam às ilhas mais interessantes da região. Apesar de bela, ainda não representa o que imaginamos ao planejar a viagem ao Taiti.

Passamos a noite no Hotel Le Meridien para, no dia seguinte, embarcar para Moorea.


MOOREA


A ilha de Moorea fica em frente à de Papeete. É pequena. São 80 quilômetros de extensão. Conhecer Moorea não foi difícil. Como de praxe na Polinésia, uma estrada asfaltada circunda toda a ilha. Foi assim que fizemos um passeio a Roto Nui, de onde se tem a melhor vista panorâmica das baías de Oponohu e de Cook.

Ficamos hospedados no Hotel Sheraton Moorea, bangalô jardim. O forte deste hotel foi, sem dúvida, o spa. Aproveitamos para fazer uma massagem polinésia. Vale lembrar também da creperia suspensa nas trilhas que levam aos bangalôs sobre as águas.

Cerimônia religiosa à la Polinésia- Decidimos fazer um matrimônio íntimo na ilha. Nos casamos em Moorea em uma cerimônia com direito a todos os rituais taitianos. Optamos pelo casamento em Tiki Village, uma tradicional vila taitiana que se mobiliza em dias de cerimônia.







BORA BORA

Após os dias em Moorea, pegamos um avião para Bora Bora. A viagem é realizada de dia, o que rende vistas deslumbrantes de algumas ilhas durante o trajeto. Bora Bora oferece uma série de atrações. Ela é toda rodeada de "motus" (ilhotas formadas por corais), o que deixa as águas quase paradas e com aparência de lagoa azul, ideal para a prática do snorkel ou esportes relacionados com velas.

Apesar de não haver estatística, é possível afirmar que Bora Bora concentra o maior índice de relações sexuais per capita do mundo (!!!), já que se trata da ilha mais visitada por casais em lua-de-mel, assim como nós. Junte-se a isso a beleza da ilha, que ninguém pode negar que seja afrodisíaca, e a pouca oferta de atividades noturnas out door, e temos a equação perfeita para afirmar que uma boa percentagem das relações sexuais que acontecem todos os dias no mundo se concentra nessa ilha.

Ficamos hospedados no Hotel Le Meridien Bora Bora, bangalô sobre a água "premium". Vale dizer que esta categoria de bangalô é a única em toda a Polinésia que oferece os famosos pisos de vidro, permitindo uma sensação indescritível de proximidade com a natureza, aliada ao conforto e charme esperados de um hotel de luxo.

Em Bora Bora, tivemos a nossa primeira experiência no mar, mergulhando com dezenas de tubarões. À princípio, impossível negar o frio na barriga e a lembrança dos filmes que eternizaram a imagem de perigo. Mas com o tempo, e a verificação de que nenhum de nós ainda havia sido atacado (!!!), pudemos relaxar e aproveitar esta insólita situação.








RANGIROA



Última parada: Rangiroa, no arquipélago de Tuamotu. As centenas de ilhas do atol formam uma espécie de anel que ''represa'' a água e criam uma lagoa azul-turquesa. Se, de um lado, há a lagoa, com águas quase paradas e praias com areia branca e fina, do outro lado, o Pacífico, com praias onde há arrebentação.

Ficamos no Hotel Kia Ora, o único da região. Nosso bangalô localizava-se na praia e tinha ainda uma jacuzzi privativa, como na foto a seguir.


Aproveitamos para pedalar pela ilha e pudemos acompanhar golfinhos na praia. Mergulhamos novamente com tubarões e arraias. Esta ilha é a mais selvagem de todas que conhecemos.
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sábado, 9 de dezembro de 2006

Como tudo começou...


Este blog foi criado a partir de pedidos da família e de amigos para que contássemos as nossas experiências de viagens. Ele não tem a pretensão de "esgotar" as cidades, mas apenas de relatar um pouquinho da nossa vivência nos locais que visitamos. 

Decidimos, então, dar início ao blog a partir das viagens realizadas após o nosso casamento.


Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.


"Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura."
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terça-feira, 11 de julho de 2006

Copa do Mundo na Alemanha

FRANKFURT

Frankfurt é o coração financeiro da Alemanha. Na paisagem, predominam modernos edifícios, que convivem pacificamente com construções antigas. O Römerberg, por exemplo, é um conjunto de prédios do século XV ao XVIII. Juntamente com os bares, restaurantes e lojinhas, forma um agradável local no centro histórico da cidade.


Cidade de Frankfurt. Ao fundo, a "fan fest".



Centro Histórico



Todos estavam com muita expectativa para o jogo Brasil x França. Infelizmente, o Brasil perdeu de 1 a 0, dando adeus ao evento. Devemos confessar que o clima de tristeza não durou por muito tempo, já que o ambiente de festa não podia ser melhor. Fomos “comemorar” com os franceses. Bier, bitte!!!






HEIDELBERG


Seguimos para Heidelberg, a bela cidade entre Frankfurt e Stuttgart, às margens do Rio Neckar. Universitária por excelência, Heidelberg tem muitos cafés, restaurantes e locais para se passar bons momentos de lazer. Seu centro histórico, bem conservado por ter sido poupado dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial, tem uma localização pitoresca, num vale no sopé da cadeia montanhosa Odenwald. No alto, destaca-se uma das ruínas mais fotografadas da Alemanha: o Castelo de Heidelberg, em que residiu durante cinco séculos a dinastia de Wittelsbach. Pegamos o trenzinho que leva ao topo da montanha, revelando um panorama inesquecível com o centro histórico, o rio, o castelo, o verde da paisagem.


Castelo de Heidelberg




COLÔNIA

Colônia, uma das cidades mais antigas da Alemanha, foi o nosso próximo destino. Um de seus cartões-postais é a enorme Kölner Dom, a catedral em estilo gótico. Ainda num clima bem relax, passeamos pelo Rheinpark, às margens do Rio Reno.


Catedral de Colônia

De lá, pegamos o trem para Koblenz, de onde embarcamos para um passeio de barco pelo Rio Reno. Foram seis horas de passeio, passando por cidades pitorescas e inúmeros castelos. Fizemos o percurso até a cidade de Mainz, considerado como uma das mais belas paisagens. Em Mainz, um curto trecho de trem de volta à Frankfurt, onde assistimos ao jogo Itália x Alemanha da nossa janela do quarto. Mais Fan Fest, mais bier. Danke schön!

Decidimos acompanhar os demais jogos da Copa e rumamos para Munique.

Passeio de barco pelo Rio Reno


Passeio de barco pelo Rio Reno

MUNIQUE

Munique tem muita gente jovem andando pelas ruas a qualquer hora do dia, o que confere certa vibração e um ar festeiro à cidade.

Marienplatz, a praça que abriga o prédio neogótico da nova prefeitura e é cheia de bares com mesinhas ao ar livre, é um dos símbolos da cidade. Às 11 horas e ao meio-dia, os bonecos do relógio da prefeitura se movem ao toque de 43 sinos.

Perto dali está o Viktualienmarkt, o principal mercado, onde o programa é sentar no Biergarten (literalmente, jardim da cerveja) para saborear um wurst (salsichão), acompanhado de mostarda e bretzel (pão típico), enquanto se toma uma caneca de 1 litro de cerveja. Munique, aliás, concentra grandes cervejarias, como a Hofbräuhaus, palco de encontros promovidos por Hitler.

Um tour básico deve incluir ainda a igreja de Nossa Senhora (Frauenkirche), com suas torres gêmeas, e o Englischer Garten.

Marienplatz. Ao fundo, prédio da Prefeitura.



Biergarten




Interior da cervejaria Hofbräuhaus


Fomos a Fan Fest, assistir ao jogo Portugal x França. Após a vitória dos franceses, nova comemoração na principal avenida da cidade.

Comemorando na "fan fest" de Munique






BERLIM

Nosso último destino foi Berlim. A cidade, que até poucos anos atrás tinha um muro que a dividia em Berlim Ocidental e Oriental, é cosmopolita, animada, cheia de museus incríveis e gente criativa, que inventa e exibe arte e moda nas ruas. É possível seguir o traçado do antigo Muro de Berlim pelas calçadas. Vale, então, visitar o Checkpoint Charlie, posto de controle americano instalado depois da guerra.

Outro marco da cidade é o Portão de Brandemburgo, uma construção neoclássica do século 18. Perto dele fica boa parte dos edifícios históricos, principalmente ao longo da avenida Unter den Linden. Por ali também está o Reichstag, o parlamento alemão. As filas para subir ao terraço e desfrutar uma panorâmica da cidade são imensas. Mas a espera vale a pena.

Próximo à Ilha dos Museus está Rotes Rathaus, a prefeitura. Ao lado, fica a torre de TV, que oferece uma vista com 40 quilômetros de alcance em dia claro.


Portão de Brandemburgo



Reichstag, o Parlamento Alemão.



Memorial do Holocausto



Muro de Berlim



Duomo de Berlim e, à direita, a Torre de TV.





Finalmente o jogo mais esperado da Copa. Itália x França.

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